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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

19.04.18

Os bravos Capacetes Brancos

Dylan
  Parece que passou despercebido a muita gente a visita de dois Capacetes Brancos - organização de voluntários que assegura o resgate das vítimas e tratam de documentar cenas de guerra - a Portugal. Talvez porque os filhos ideológicos da ex-União Soviética não gostaram de ouvir os relatos e testemunhos de quem está no terreno e que aponta o regime sírio de Assad como o (...)
02.03.18

A irmandade do sangue

Dylan
Sem querer lavar as nódoas de sangue que os EUA têm deixado no Médio Oriente, penso que neste momento a Rússia é o grande executor de cidadãos sírios, juntamente com o carrasco Assad. Há muito que Putin tem tiques de imperialismo e mostrar que é forte com os fracos. Invadiu a Geórgia, anexou a  Crimeia, retalhou o leste da Ucrânia, fragmentou a Moldávia e agora gaba-se de apresentar "armas invencíveis". Junte-se a estes figurões Erdogan, que tem trucidado os curdos,  e (...)
06.02.13

A Síria morre aos poucos

Dylan
  A Síria morre aos poucos, com ela o povo, inúmeros estropiados apanhados no meio do ego de um louco e da cobardia política dos seus históricos aliados. No espectáculo degradante das execuções sumárias, é o sofrimento das crianças que mais impressiona. Não tenhamos dúvidas, nesta sangrenta arte da guerra ansiamos por alguém com coragem, um Eisenhower dos tempos modernos que liberte esta gente e faça o tirano provar do seu próprio fel.
13.03.12

A Síria não pode esperar

Dylan
Foto: The Guardian      Enquanto se continua a massacrar população na Síria, esgrime-se argumentos políticos irrelevantes à medida que a chacina vai aumentando. Uma certa esquerda vive na negação, sempre com o ridículo discurso do imperialismo na ponta da língua, ensurdecendo quando o ditador Bashar Al-Assad prime o gatilho. Aos filhos do socialismo e