"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)
"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)
O cerco ao proprietário do jornal "O Primeiro de Janeiro" está a apertar-se. além da contestação aos polémicos despedimentos no matutino portuense, do cancelamento do estatuto de pessoa colectiva de utilidade pública e da perda de credencial de cooperativa do grupo Folha Cultural, Eduardo Costa enfrenta, agora, acções inspectivas do fisco às suas empresas e a título individual. A Direcção de Finanças de Aveiro confirmou oficialmente à VISÃOter efectuado, entre (...)
Os trabalhadores de "O Primeiro de Janeiro", despedidos no passado dia 30 de Julho, continuam sem receber os salários em atraso e o subsídio de férias prometido pela então directora, Nassalete Miranda, antes da dissolução daquele órgão.
Em causa estão parte dos salários do mês de Junho, o mês de Julho e o subsídio de férias, o que significa que alguns jornalistas dos quadros, com salários mais elevados, estão há três meses com apenas um ordenado mínimo.
Em (...)
É uma fotografia dramática, publicada no "Diário de Notícias": um grupo de jornalistas, à porta de "O Primeiro de Janeiro" - aguarda. Aguarda, quê? Que o seu destino seja resolvido. A porta está fechada: uma metáfora do que acontece. A ERC declara algo de embrulhado em santas intenções; o ministro Santos Silva faz o que tem por hábito fazer: diz coisas.
Os jornalistas aguardam. Estou ali com eles. A minha débil e rouca voz protesta os protestos dos meus (...)
"O Primeiro de Janeiro fechou na sexta-feira, despediu toda a redacção, reabriu terça-feira com uma "nova" redacção, de jornalistas que já fazem outro jornal, o Norte Desportivo. Ainda não se percebeu bem o que aconteceu, mas o que parece é que este "golpe de Estado" que exonera uma redacção inteira é um abuso flagrante da lei do despedimento colectivo. Se isto é legal, peço desculpa por todas as vezes que escrevi que a lei laboral portuguesa é (...)
"O Primeiro de Janeiro foi o meu primeiro jornal, como era normal para a classe média portuense que o lia, assim como o Comércio do Porto, e que considerava o Jornal de Notícias demasiado sensacionalista. Era o Janeiro e o Notícias, como se pedia nas bancas, sendo que do Notícias se dizia que se se dobrasse "escorria sangue" dadas as notícias de acidentes e crimes que lhe enchiam as páginas. O Comércioera muito popular a Norte, no Minho, no Douro, pela rede muito (...)
Ilídia Pinto, representante do SJ presente na manifestação desta manhã frente à redacção, aconselhou os trabalhadores de O Primeiro de Janeiro a continuar a comparecer no local de trabalho até que recebam as cartas de despedimento.
Paulo Almeida, jornalista do O Primeiro de Janeiro e porta-voz da redacção, demitida na passada quinta-feira, considerou que o processo em causa "começou bastante torto".
Frisou que os "jornalistas não foram tratados como se impunha (...)
Depois de extinção do Jornal "O Comércio do Porto " é agora a vez do centenário "O Primeiro de Janeiro", referência na imprensa diária portuguesa.
Apesar da crise asfixiante que se vive no sector, não pode ser branqueado o mau papel de directores e administradores. Estes últimos, são verdadeiras fraudes empresariais que enganam os jornalistas e restantes trabalhadores, e transformaram-se em sorvedouros de dinheiros comunitários.
Sub-repticiamente (...)