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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

13.05.20

Proteger as crianças

Dylan
  Nunca te conheci mas jamais te esquecerei Valentina, o teu doce sorriso e a forma amorosa com que tratavas os animais. O único conforto que sinto é saber que os responsáveis da tua morte apodrecerão na prisão sem antes receberem um "caloroso comité de boas vindas". Ser pai não é ser procriador, é levantar da cama, de noite, vezes sem conta para ver se os filhos estão descobertos, se respiram bem, é sentir aquela pontada no estômago quando eles estão doentes, é brincarmos (...)
13.02.17

Lutemos pelas crianças

Dylan
  Quero felicitar quem, numa acção de cidadania, teve a ideia de lançar uma petição de forma a limitar o peso das mochilas escolares nas costas das crianças. Quando existem estudos que provam que o excesso de peso das mochilas provoca problemas de saúde na coluna, quando existem recomendações da Organização Mundial de Saúde que definiu o limite de 10% de peso da mochila face ao peso da criança, este é um assunto que a curto prazo pode tornar-se num problema de saúde (...)
14.04.14

Tiques pedofobicos

Dylan
  Depois de restaurantes que não permitem a entrada de crianças, é agora a vez dos hotéis. Estranhos conceitos de gestão e discriminação ao serviço de uma burguesia que não procura sossego mas que pretende viver fechada no seu egoísmo. Estes tiques pedofobicos devem ser eliminados e claramente denunciados pois violam o princípio da igualdade, na Declaração dos Direitos (...)
21.05.09

Descrédito na justiça

Dylan
É impossível ficar indiferente aos gritos e choro desesperados da menina de Barcelos que estava numa família de acolhimento aquando da sua entrega à mãe biológica de nacionalidade russa. Este desenlace é tão ridículo que nem acredito na possibilidade das autoridades russas terem imaginado este dramático e insólito final. Seis anos de cumplicidades afectivas enviadas para a reciclagem sem ninguém ter perguntado à criança qual seria a sua vontade e as possíveis sequelas daí (...)