De regresso à normalidade

As eleições autárquicas de 2025 sustentaram o PSD como força política dominadora em Portugal, mas com o PS em recuperação, depois do desastre das legislativas que levou à demissão de Pedro Nuno Santos. O bipartidarismo regressou à normalidade pintando o país de laranja e vermelho, e o Chega, partido que propunha reconquistar o Algarve ao estilo de D. Afonso III, ganhou "estrondosamente" três pequenas câmaras, ficando atrás da CDU e do CDS-PP. O partido de André Ventura teve menos de metade dos votos das legislativas, confirmando que é um partido de protesto, de revoltados, que se extinguirá com o tempo, à semelhança do BE. Por fim, em Viseu, o "Cavaquistão" implodiu, e mais a norte, Manuel Pizarro revalidou o título de eterno perdedor "à moda do Porto".
