"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)
"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)
O provérbio de Goethe, "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és", adequa-se perfeitamente a Ronaldo. Depois de ter elogiado Donald Trump, "porque ele é um dos tipos que pode fazer com que coisas aconteçam", foi recebido na Casa Branca, tendo jantado ao lado do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, o responsável pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, em 2018, dentro do consulado saudita, em Istambul, conforme um relatório dos serviços secretos americanos. O repasto serviu para homenagear o fidalgo de um regime onde as mulheres são tratadas "abaixo de cão", não podendo ir ao médico sem a presença de um "guardião", em que o consentimento masculino é necessário para abrir uma conta bancária, onde as mães que se divorciam dos seus maridos não podem obter a guarda dos filhos, no lugar em que existe polícia religiosa e que, até há pouco tempo, as mulheres não podiam conduzir, tudo isto branqueado pelos milhões do futebol saudita que os parolos deste país continuam a bajular.
Antigamente, os árbitros fugiam dos jogadores do FCP, exemplo dado por José Pratas a correr em pânico perseguido por uma série de atletas "azuis e brancos", numa finalíssima da Supertaça, em 1991/1992. Depois, viajaram para o Brasil, como foi o caso de Carlos Calheiros, com a factura a ser debitada pela agência ao FCP, por engano. Mais tarde, passaram a ser recebidos em casa do antigo presidente do FCP, no célebre encontro com o árbitro Augusto Duarte, facto confirmado no processo "Apito Dourado". Agora, usam métodos mais "nobres", talvez por o actual presidente do FCP ser aristocrata, colocando uma televisão no balneário da equipa de arbitragem a transmitir, de forma repetida e contínua, lances polémicos, numa espécie de pais disciplinadores da arbitragem, de forma a constranger o juiz da partida. Não deixa de ser irónico o facto da televisão não poder ser desligada, quando sabemos que existe uma tomada eléctrica no Estádio do Dragão que costuma estar sem corrente para o sistema de videoarbitragem (VAR), o que prolonga os jogos para lá dos 90, até aos 22 minutos de tempo extra, como aconteceu no jogo contra o Arouca, em 2023.