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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Para o Sado nunca mais

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Confesso que estava com grande curiosidade em ver a renovação urbanística de Tróia depois da demolição das torres do antigo complexo da Torralta. Afinal surgiram outros mamarrachos, mais modernos, em forma de prédios e hotéis, bunkers para ricos, colados a uma reserva natural, e praias que outrora eram públicas passaram a ser vedadas. Os preços na economia local dispararam, o estacionamento é insuficiente, obrigando os visitantes a deixarem as suas viaturas em parques exorbitantemente caros. É óbvio que a maior parte dos portugueses não pode usufruir da areia branca e da água azul turquesa das suas praias, tomada de assalto por uma elite endinheirada. Do outro lado da Península, na Arrábida, as coisas não estão melhor pois durante a época balnear é proibido a circulação de viaturas particulares às praias da margem direita do rio Sado, obrigando as pessoas a apanhar transportes públicos dispendiosos. Para mim chega, para o Sado nunca mais!  

 

 

Guerra contra o plástico

O Dia Mundial do Ambiente deste ano declarou guerra ao plástico, lembrando que 80% da poluição dos oceanos provem da pessoas que estão em terra. Estudos revelam que, em 2050, poderá haver mais plástico no mar do que peixes! Uma maneira de perseverar o meio ambiente não é colocar vídeos da poluição ambiental nas redes sociais para parecer bonito, mas fazer a separação dos nossos resíduos e enviá-los para a reciclagem. É hora de abandonar o comodismo e partirmos como soldados para esta guerra contra o plástico, pois existem mais de 43 mil ecopontos espalhados pelo território nacional, o triplo das caixas multibanco, ecocentros e ainda os serviços de recolha selectiva porta a porta disponibilizado pelas câmaras municipais.   

Nunca mais

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Quase um ano depois daquele maldito 17 de Junho, em Pedrógão Grande, importa trabalhar para que a tragédia não volte a acontecer, mas que não sejam palavras ocas como os fogos que se seguiram, em Outubro, na região Centro, trataram de comprovar. Nunca mais transformem as populações em Protecção Civil, enfrentando os fogos, nem convertam comandantes de bombeiros em arguidos suspeitos de homicídio por negligência. Nunca mais digam que a culpa foi da descarga eléctrica, justificando as decadentes políticas públicas que têm queimado os territórios mais desfavorecidos. Nunca mais sejam ingratos, dar uma pensão miserável a um bombeiro que ficou inválido naquele inferno. Nunca mais tentem disfarçar as injustiças económicas e sociais desta gente, o desprezo, confirmado pelo facto de, passado todo este tempo, muito dos afectados pelos incêndios ainda não viram estabelecidos os serviços de telecomunicações e alguns desalojados continuarem a viver em tendas.

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