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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Bardamerda, disse ele

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"Acordem e estremeçam", disse o presidente do Sporting na sua arrogância característica, depois de ser empossado para um segundo mandato. Confesso que depois do brilhante pecúlio de uma Taça de Portugal e uma Supertaça em quatro anos, o discurso podia ser mais humilde, apaziguador, cortando com o passado conflituoso onde afrontou meio mundo, mas "bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting"!  Realmente o país ficou em sentido, já tínhamos visto um elemento de claque chegar a presidente do clube, nunca tínhamos visto um assalariado do clube transformar-se em chefe de claque com oratória de latrina.

O roto e o nu

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O roto, que em tempos dizia que "só os burros é que falam da arbitragem", insurge-se agora contra os árbitros e as nomeações usando a gasta táctica da vitimação e intimidação. O nu, que ao fim de duas jornadas da Liga rejubilava com os "ventos de mudança", agora também se junta às choradeiras diárias. O roto e o nu são almas gémeas em falência técnica que odeiam o vermelho e se copiam. Disfarçam as suas incompetências desportivas à custa dos árbitros pois investiram tantos milhões para receber tostões. O roto e o nu têm voz na imprensa incendiária, no populismo desportivo grunho, sendo caso para perguntar a toda a esta gente: porque não se vestem com moralidade e bom senso?

Um clube diferente

 

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É um clube diferente, com um presidente assalariado e uma equipa técnica paga a peso de ouro. A três meses das eleições para a presidência, os sócios estão anestesiados com vapor e não reagem perante tantos acontecimentos que envergonha o clube. O outrora grande Sporting é gerido por populistas que inflacionam o número de títulos, que copiam o que os outros fazem e têm uma obsessão doentia pelo vermelho. Continuam a jogar à roleta russa, prometendo mundos e fundos, e elas depois "Doyen" que se farta, à espera do afundanço total, na tabela e nas finanças do clube.   

O sósia

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Liguei a rádio e por momentos pensei que Vale e Azevedo tinha voltado à vida profissional activa, tal era a verborreia, e percebi que era alguém ligado ao futebol pois destilava falsidade e ódio ao clube vizinho. O discurso era arrogante, populista, manipulando o entrevistador e os adeptos do seu emblema. Enjoado de tal piromania, desliguei o aparelho e fui aferir da credibilidade de tão triste figura. Surpreendentemente, tinha tinha sido treinador de crianças em escolas de futebol, mas rapidamente degenerou, pois fez parte de claques de futebol pouco recomendáveis. Actualmente, cria guerras com fundos de investimento, com jogadores, técnicos, sócios, funcionários e comunicação social. Não pude acreditar, tal personagem que se põe em bicos de pés é simplesmente o presidente do Sporting! 

 

 

A Guerra dos Egos

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A gala do 109º aniversário do Sporting serviu apenas para disfarçar a caça às bruxas, o clima de "paz podre" que se vive no clube. Começou com um treinador de futebol quase despedido a meio da época e acabou na contratação de um "messias", com o primeiro ainda em funções. Pelo meio de tanta abundância de dinheiro, a tentativa de processar sócios que escreveram na internet críticas ao desempenho do presidente, culminando na expulsão do associado Godinho Lopes. Um populista que apelida Manuel Fernandes do "pior funcionário da história do Sporting", que diz que "o futebol português é um ânus", que cria guerras com fundos de investimento, com jogadores, técnicos, funcionários, comunicação social e fomenta  o desrespeito pelos rivais. Já reservei o meu lugar na primeira fila, vai estrear o filme "A Guerra dos Egos", no cinema de Alvalade, tendo como intérpretes principais um novo treinador e um presidente-chefe de claque 

Irmãos desavindos

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Eu sei que nunca serão os tempos de Cosme Damião e Francisco Stromp, dos irmãos que raramente estavam desavindos, eu sei que talvez nunca haverá homens apaziguadores como Borges Coutinho e João Rocha, mas a atitude do actual presidente do Sporting em cortar relações institucionais com o Benfica é triste e tacanha, tudo porque os encarnados não condenaram as atitudes dos seus adeptos, faixas e cânticos insultuosos aquando de jogos entre as duas equipas. Suponho que para este senhor as faixas verdes têm mais bom gosto, os cânticos e as atitudes dos seus adeptos são mais poéticos e elegantes, isto para alguém que recentemente mostrou a sua classe ao considerar o futebol português como  um "ânus mal cheiroso", que esteve por um triz de despedir o treinador através de uma inédita "justa causa" e que interpôs acções judiciais contra a antiga administração do clube. Persiga-se os hooligans, todos aqueles que destroem o desporto, de norte a sul do país, e outros que vêem de forma encapotada cultivando a semente do ódio.

 

Dias de tempestade

 

No passado dia 18 de Março, o Mistral - um vento seco e cortante - fustigou a Provença, nomeadamente a cidade de Marselha. Chegou tarde, vindo de noroeste, mas paradoxalmente aqueceu o coração de muitos emigrantes e benfiquistas presentes no Vélodrome. Enquanto isso, em Portugal, assistia-se a uma espécie de intifada para as bandas de Alvalade: um bando de energúmenos atiçados por dirigentes desportivos ávidos de protagonismo. Como não bastasse, no último Domingo, o Algarve foi castigado por um vento do Levante fora de época. Soprou quente, arrancou pedras, vidros, provocou feridos e fez disparar as vendas de medicamentos contra a azia. Queria pensar que houve uma equipa superior a isso tudo, mas infelizmente, há sempre alguém disposto a estragar o futebol em nome do ódio. 

Um problema de identidade

O Sporting foi afastado de todas as competições nacionais de futebol. Não deixa de ser irónico que, o clube que lhe provoca depressões constantes, segundo opinião de Paulo Bento, tenha dado o golpe de misericórdia final nas aspirações da equipa. O mesmo treinador a quem foi prometido ficar para sempre, "forever", por um presidente que ameaça tornar-se o pior da história leonina. De facto, José Eduardo Bettencourt dizimou a equipa técnica do Sporting, já insultou e ameaçou sócios, chegando ao cúmulo de apresentar Carvalhal via internet. Por outro lado, a Academia de Alcochete já não exporta os talentos de outrora e a dependência à banca torna-se preocupante. Não quero acreditar que as desastrosas alianças feitas a norte e o silêncio sobre o "Apito Dourado" tenham contribuído para esta crise, mas quando ouço Bettencourt dizer que a resolução dos problemas do clube passa por copiar o modelo de gestão desportiva do FC Porto - denotando falta de identidade, chego à conclusão que falta pouco para o Sporting bater no fundo.

 

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