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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Louçãmetria política

 

Goste-se ou não de Francisco Louçã, dos valores políticos que defende, a sua saída do Parlamento vai deixar saudades. O Hemiciclo perde um deputado de grande inteligência, de irreverência, de memoráveis e acesos debates em modo diaconal que irritavam vários primeiros-ministros mas que divertia os cidadãos, dando um ar cómico à política. E, no fim, um exemplo de grande harmonia e equilíbrio, aquilo a que chamo de Louçãmetria: não servir-se da política, sair sem qualquer subsídio ou reforma e retornar ao ensino da economia.

Crise no jornalismo



A precariedade no jornalismo e as constantes notícias sobre despedimentos no sector são uma ameaça à independência editorial e à qualidade dos jornais. Um país sem jornalismo de referência e redacções silenciadas é a definitiva submissão ao poder e contribui para a ignorância de conhecimento na sociedade. É a falta de solidariedade dentro da classe, é a triste conivência de empresários com administradores incompetentes que pensam que o jornalismo são cifrões, que basta juntar dezenas de caracteres debitados pelas agências noticiosas e encher o bandulho à custa da publicidade e dos estagiários.

O castigo das urnas

O resultado das eleições regionais açorianas é um prenúncio para o que se irá passar nas Autárquicas do próximo ano. De facto, se bem que às vezes o desespero dos cidadãos os leva a querer fazer justiça pelas próprias mãos, é nas urnas que se deve castigar este Governo, os políticos e intrujões armados em génios fiscais que prometem muito mas não passam de um bluff recheado de austeridade. Mentes brilhantes que só sabem responsabilizar o anterior Governo mas não vêem que nos estão a atirar para o precipício grego.

A Torre de Babel

 

 

Não há dúvida de que a bandeira portuguesa hasteada de pernas para o ar nas comemorações oficiais do 5 de Outubro é mesmo o espelho actual do país. É a estapafúrdia abolição de mais um feriado nacional, é a ocupação e capitulação perante a troika, é um pedido de auxílio para quem possa dirigir esta Torre de Babel em que o país se tornou, e que se alastra ao federalismo europeu. Aceitam-se candidatos competentes, honestos, de preferência sem currículo político-partidário ou seguidismos.


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