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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Crucificação de Jesus

 

A história repetiu-se: Jesus foi entregue pelos judeus e crucificado na Terra Santa. Desta vez, o pai não o ressuscitará, mesmo após o filho ter resistido às tentações do Diabo que tentou mudar-lhe a cor da fé de vermelho para azul. O Jorge já não é mais o mesmo, cultiva amizades estranhas, equivoca-se e contagia a equipa, não gestícula nem espeta dedos na testa do adversário. Os crentes não esquecem a recente glória passada nem tampouco lhe perdoam a insolência de ter dito que tinha a certeza que seria bicampeão, mesmo depois de uma época mal planeada e de ter recrutado apóstolos de fraca qualidade. Só falta saber quem será o último a espetar o prego na cruz do cristo... 
 

Canalhices no futebol

 

Finalmente apareceu alguém em Espanha que ousa chamar a José Mourinho algo que em Portugal muitos gostariam de dizê-lo mas não têm coragem para tal. Sem querer tirar o mérito e as competências ao setubalense, mas afastando-me do pedantismo português, não posso esquecer quando o treinador gozou com Jaime Pacheco dizendo que o seu colega de profissão tinha um neurónio e mesmo assim funcionava mal, ou quando foi acusado de ter rasgado a camisola de Rui Jorge e de lhe ter desejado a morte em campo. Porque, para vencer, não pode valer tudo nem tem que se ser arrogante e provocador, criando um clima de guerrilha a um simples jogo de futebol. Como na vida, é impossível triunfar sempre e, um dia, a sorte também nos abandona.

Fanatismo islâmico

 

Os recentes ataques cobardes no Iraque contra uma igreja em Bagdad por fundamentalistas islâmicos, vem acentuar a imagem de retrocesso civilizacional que o Ocidente tem da cultura árabe.  Desde logo, o facto de não aceitarem a liberdade religiosa de outros cultos, intimidando, se necessário. O seu grandioso legado cultural foi substituído pelo medo, pelo atraso científico e técnico, pela subjugação da mulher em prol do endeusamento do homem, pelo entrave ao desenvolvimento das populações. A interpretação fanática e radical do Islão, travestido de ideologia política, é a grande exportação da sua economia. Por isso, a Europa olha de soslaio, com uma espécie de temor reverencial. Como disse Angela Merkl, "o multiculturalismo falhou", não tanto como o orgulho exacerbado de alguns que pedem a morte para quem romanceia através de uns versículos ou para quem cria umas caricaturas de um profeta. Fazendo minhas as palavras de Kurt Westergaard, o cartoonista, "quando se é fanático vive-se uma vida sem dúvida, mas a dúvida, é o sentimento mas construtivo que podemos ter".

Sexo, mentiras e vídeo

 

 

A notícia de que alegadamente um casal sem abrigo praticou sexo na Rua Santa Catarina, no Porto, e a consequente publicação do vídeo na internet, acabou por ser uma não notícia, ao melhor estilo do que "eu quero é 5 minutos de fama" ou "a rua é minha". Não são só os marginais e os desafortunados a darem mau ambiente à Baixa - também os vendedores ambulantes ilegais, pródigos em fugas à Polícia Municipal, os técnicos de marketing agressivo e os parasitas da sociedade travestidos de justiceiros. O espectáculo miserável proporcionado por estes últimos é o reflexo da falência de valores morais que espezinha os diminuidos mas que se acobarda quando o governo lhes mexe no bolso aumentando os impostos.

O poder decisório da mulher grávida

 

A Organização das Nações Unidas diz que a mulher tem o direito de decidir ter ou não filhos, quando tê-los e, acrescento eu, escolher como tê-los. Vem isto a propósito das declarações da Ministra da Saúde e a sua obsessão em diminuir o número de cesarianas, inclusive com penalizações para os médicos. Sei que as cesarianas têm um custo maior para o SNS do que um parto normal, mas só uma mente muito retorcida pode pensar que um obstetra recorre a uma cesariana com a intenção que não seja apenas um mero acto médico seguro e eficaz. Porque deve ficar ao critério da mulher, evidentemente aconselhada pelo médico, se o seu estado emocional e psicológico vai conviver bem com a dor, com a analgesia, com o interminável trabalho de parto, sem ansiedade, sem estar pressionada por saber que o Estado está mais preocupado com questões financeiras do género - controlar a quantidade de betadine que se gasta nos Hospitais públicos -, em vez de se preocupar com o bem estar da parturiente e do seu futuro filho, pondo o avanço da medicina ao dispor e unidos no valor supremo da vida.

 

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