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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Domingos tristes

Todos sabemos que as grandes superfícies comerciais foram os coveiros do pequeno e médio comércio a retalho, acho mesmo que o alargamento do horário dos hipermercados ao domingo vai dizimar o pouco que resta nos centros das grandes cidades e vilas. Com este apelo idiota ao consumismo, cospe-se no domingo e na vida familiar, aliás como já vinham fazendo algumas lojas com a complacência das autarquias. E se a desculpa for a criação de emprego, existem números que provam que o emprego no comércio estagnou, mesmo com a proliferação de centros comerciais onde todo o tipo de gente se pavoneia nos corredores mas pouco compra. Por isso, governo e câmaras deste país, para darem o exemplo, aguardo ansiosamente pela abertura dos serviços públicos aos domingos, flexibilizando os horários e turnos dos funcionários, claro...

O Fugitivo

 

 

 

A justiça americana, tantas vezes criticada, deve estar a rir-se com o desfecho do caso Roman Polanski. De condenado, inclusive com um mandado de detenção e captura internacional, transformou-se em herói e foi libertado da sua prisão domiciliária na Suiça. A Europa, sempre tão lesta a acusar a dedo abusadores sexuais de menores e pedófilos, muitos deles escondidos sob a capa do "sexo consensual", como dizem alguns defensores do cineasta, acobardou-se e recusou extraditar "O Pianista". Mas como quem não deve não teme, eu só queria que a esquerda "Hollywoodesca", pseudo-intelectual e libertária, me dissesse porque razão Polanski fugiu dos EUA evitando estrategicamente visitas aos países passíveis de extraditá-lo...

Reflexões sobre o Mundial e não só

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora que o Mundial de futebol terminou, importa reflectir sobre o significado que este acontecimento trouxe para o marginalizado continente africano que, apesar de um certo amadorismo, abriu definitivamente as portas para a organização de eventos de grande dimensão. Venceu a melhor equipa, aquela que desenha cada jogada como de uma obra de Gaudí se tratasse. Não deixa de ser irónico que, quando se fala da emancipação independentista da Catalunha, sejam os jogadores naturais desta província espanhola a fazerem a diferença, numa comunhão com bascos, andaluzes e madrilenos. Transpondo isto para a nossa realidade social, deveríamos deixar de lado as quezílias politico-partidárias e desportivas, e por uma única vez, trabalharmos em união pelo objectivo de tirarmos o país do estado deplorável em que se encontra.

 

 

A fruta e o futebol

 

A transferência do atleta João Moutinho do SCP para o FCP prova aos adeptos leoninos que o inimigo não mora no outro lado da 2ª Circular. Este é mais astuto, velhaco, como prova a aproximação ao jogador feita em 2008 na cidade do Porto. Facilmente se conclui que a "maçã" não apodreceu sozinha, foi contaminada por um microrganismo, acabando por ter este desfecho, na linha dos outros negócios ruinosos com o "clube amigo". Estranha-se é o facto das constantes propostas feitas pelos ingleses do Everton terem sido rejeitadas, denotando a incompetência directiva que grassa para as bandas de Alvalade. Por tudo isto, pela condição de submissão a um rival directo, temo que o treinador, director desportivo e presidente, não aguentem nos seus cargos até ao Natal graças ao aroma frutado em que vive o futebol português.

O Mundial do costume

Penso que o sucesso da Selecção portuguesa no Mundial já estava condenado ao fracasso através de uma convocatória inicial inquinada. De facto, desde opções maioritariamente defensivas que encurtaram o poder ofensivo, passando por naturalizados birrentos em fim de carreira, juntou-se uma gritante falta de ambição. Ao nacionalismo bacoco de cerveja na mão, exacerbado com a goleada à pior selecção do Mundial e apoiado no histerismo da imprensa desportiva, acrescentou-se a vaidade do capitão, ameaçando imolar-se em ketchup! Bastou um tiro da armada invencível para afundar a nau Catrineta, pondo a nu os pecados da FPF, refém de interesses económicos e clubísticos, ou não tivesse esta perdido o estatuto de utilidade pública desportiva.

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