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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Michael Joseph Jackson (Gary - 1958 / Los Angeles - 2009)

 

 

Uma criança num corpo de um adulto. Era assim Michael Jackson. A sua candura contrastava com a atitude arrebatadora que exibia em palco, uma espécie de predestinado com um talento invulgar e que enfeitiçava todas as gerações. A educação rígida traçou-lhe o futuro mas sonegou-lhe a infância, enquanto o seu direito de viver recatado era ameaçado à medida que os holofotes da fama acompanhavam o seu crescimento. Pulverizou recordes de vendas mas também era o primeiro a dizer presente às causas humanitárias onde terá doado milhões de dólares. A sua timidez, e porque não dizer a sua extravagância, originavam todos os tipos de rumores, nunca provados.
Goste-se ou não do estilo, revolucionou o mundo do entretenimento artístico e musical impulsionando de vez o respeito e o reconhecimento pela cultura negra.
  

Orgulho em ser português

Numa época de descrença, de desânimo, há que acreditar na capacidade de superação dos portugueses.

 

Atente-se no exemplo de personagens empreendedoras como Horta Osório, membro do conselho de administração do Banco de Inglaterra, Durão Barroso, a caminho do segundo mandato de presidente da Comissão Europeia, José Saramago, o primeiro escritor de língua portuguesa a ser galardoado com o Nobel da Literatura, e Siza Vieira, arquitecto de grande prestígio internacional.

 

Não é possível também esquecer todos os anónimos que lutam diariamente para ultrapassar os tormentos da vida: os desfavorecidos, os desempregados, o pequeno tecido empresarial, os estudantes, as mães solteiras e os reformados de baixas pensões. Como no passado, rasgando mares revoltosos e vencendo cabos que atemorizavam, levantemos o nosso orgulho português contra a adversidade e com a audácia que sempre nos distinguirá. 
 

Lembrar os bravos

É inaceitável ver o desprezo a que estão votados alguns dos ex-combatentes da Guerra Colonial.

 

Muitos vivem nas ruas e sofrem de problemas sociais graves como o alcoolismo e a toxicodependência aliadas a disfunções emocionais onde os traumas passados estão bem presentes. Arrepia pensar que poderia ser um dos nossos familiares a participar nesta "missão especial" colonialista que, apesar de não lhes dizer respeito, viram as suas vidas interrompidas sem o respectivo reconhecimento por parte do País que os enviou para o inferno. Por uma questão de dignidade, pois não são simples despojos, o Estado deve dar maior apoio social a estes bravos bem como executar a trasladação dos restos mortais de outros combatentes.
 

Flores para Quique

É fácil perceber porque Quique Flores não triunfou no futebol português.

 

O discurso elevado de um estudioso do futebol, o seu "fair-play", os seus grandes valores morais, a sua forma de estar, não se coadunam com a linguagem brejeira utilizada pelos senhores do futebol cá do burgo onde se misturam compadrios entre políticos, empresários, advogados, jornalistas, árbitros e dirigentes desportivos. Um futebol de calças na mão, endividado, que louva a desonestidade, onde a verdade desportiva é questionada e o campeão é proclamado quase por decreto.

 

Os métodos inovadores no plano técnico-táctico do espanhol, na pele de um verdadeiro gentleman, amplamente reconhecidos e elogiados no seu país, não foram suficientes para o desvirtuado futebol português que realmente provou desconhecer.

Lembrar Tiananmen

Quando passam 20 anos sobre o massacre de Tiananmen, a China ainda não se libertou dos grilhões maoístas. Pior do que isso, silencia todo e qualquer movimento que vise celebrar a Primavera de 1989, ao ponto de, gerações nascidas após essa data, não saberem o que realmente aconteceu em Pequim. Travestidos de socialistas modernos, o Governo controla minuciosamente a população através do Partido,  aliando-se a políticas repressivas que vão desde campos de trabalho forçados a execuções públicas. Não existe liberdade de expressão nem liberdade sindical  e os meios de comunicação social estão subjugados.  Por mais operações de cosmética que protagonizem, onde os Jogos Olímpicos de 2008 foram o expoente máximo, jamais se libertarão do totalitarismo nacionalista instigador do medo que nem todos os países têm coragem de denunciar mas que um dia a História tratar-se-á de reparar.

Tiques provincianos

A constante provocação do presidente do FCP em querer mudar o local da final da Taça de Portugal é só comparável à detestável obsessão que sente pela cor encarnada, esmagadoramente maior. Todos sabemos que o Estádio Nacional poderá não reunir todas as condições necessárias para eventos desta grandeza mas porventura não quererá o portista realizar a final no seu estádio, à semelhança do que fez na década de 80, à maneira cacique? Existem lugares que pelo seu misticismo e pela sua festa popular espontânea devem permanecer incólumes a qualquer ataque que espelhe o exacerbado provincianismo incendiário. Aliás, quando se vê os seus apoiantes a assobiarem o hino nacional e a festejarem vitórias insultando o adversário, já se percebe como uma pessoa condenada pela justiça desportiva continua a gozar de total impunidade neste País da treta.

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