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DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

DYLAN´S WORLD

"Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi". (Henry David Thoreau)

Triste fado

Como já não bastasse o número crescente de mulheres vergonhosamente agredidas pelo seu cônjuge, fisicamente e psicologicamente, surge agora também um estudo surpreendente e revelador de jovens entregues à mesma sorte. São os novos libertinos oriundos das gerações de 80 e 90 - energúmenos sem referências culturais e civilizacionais mas com o gosto pela ostentação, do exibicionismo de potentes bólides dos papás ao som de música estridente e na companhia dos famosos e colunáveis do burgo, tendo no bolso as últimas tecnologias de comunicação. Nas suas vidas desregradas  escondem a cobardia dos seus actos contra a mulher pois obedecem a todos os estratos sociais. Infelizmente, a flexibilidade da lei não ajuda nem tampouco a reacção da mulher violentada - não denuncia pois confunde a agressão como sendo uma prova de afecto por parte do homem que promete não voltar a repetir tal acto. Não seria urgente mudar a lei no sentido de proteger a mulher do número galopante de vítimas, ainda para mais quando existe o envolvimento de crianças?
 

Gloriosos anos 90

Muitos anos depois, foi o reencontro. Ao jantar, num local simpático da cidade, rapidamente surgiram em catadupa as gloriosas memórias. Recordações do tempo onde não havia tanta responsabilidade, apenas companheirismo e alguma dose de loucura. Sonhos, desejos, desalentos e alegrias - sensações que todos tivemos de experimentar. 

A procura de um rumo, um ideal ou um futuro mais risonho. Três anos, 5040 horas depois.

É Outono, as folhas caiem e esvoaçam com o vento. Matizes de cores explosivas que aquecem a alma. Saudade, sempre a saudade... 

O regresso do "Apito Dourado"

Para aqueles que pensavam que o "Apito Dourado" iria trazer a limpeza necessária ao mundo do futebol, mais concretamente à arbitragem, enganaram-se redondamente. Em Guimarães, com a visita do Benfica ao Estádio Afonso Henriques, assistiu-se a um jogo do campeonato no qual o resultado esteve perto de ser falseado. A equipa visitante viu-se sonegada de uma grande penalidade, de foras-de-jogo mal assinalados, de agressões aos seus atletas e duma escandalosa dualidade de critérios. Acabou por ser um hino à entreajuda e sofrimento: 14 contra 10! Quem ficou a perder foram aqueles que não acreditam em compadrios, corrupção moral e tráfico de influências na estrutura arbitral. Oxalá fosse verdade...

Caça destemperada

É impressionante ver a quantidade de caçadores ao fim-de-semana, quase dentro das aldeias, junto a áreas rurais - chega a parecer o "faroeste". Quais "Rambos" dos tempos modernos, vestidos com uniformes militares e apetrechos de morte, disparam sobre tudo o que mexe, inclusive sobre os próprios colegas. É uma espécie de fogo amigo esta ânsia de premir o gatilho. Outros penduram orgulhosamente a caça do dia nos vidros laterais dos seus veículos quais exterminadores implacáveis, não querendo saber dos seus cães, enjaulados em atrelados minúsculos sofrendo as agruras da meteorologia. Mas que tipo de gente é esta que para enaltecer o seu ego recorre a este tipo de recreação para realização dos seus fetiches mórbidos? Sentem-se poderosos por ter uma arma na mão? Ao contrário do que disse o deputado Paulo Rangel, será que a dignidade humana é um valor superior ao valor da dignidade animal? 
 

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